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IBGE realiza 2ª reunião sobre o Censo Agro 2017, em Itaquiraí; entrevistas na zona rural vão até fevereiro de 2018

Redação
12 de dezembro de 2017 às 00:00

-Comissão pede que população receba bem os agentes do IBGE que estão fazendo as entrevistas nos assentamentos, sítios, chácaras e fazendas

O vice-prefeito de Itaquiraí, Geovane Severo - Mano, participou na manhã de hoje (12-12), da II 2ª Reunião da Comissão Municipal de Geografia e Estatística (CMGE) do município de Itaquiraí. Denominado de Censo Agro 2017, a reunião aconteceu no Gabinete da Prefeitura (Sala de Reuniões), com as presenças do Coordenador de Subárea, Paulo Jose Diniz Junior, do Chefe da Agência do IBGE de Naviraí, Honório Marcos Machado, e de agentes censitários.

Assuntos diversos de interesse da Comissão, bem como apresentação do trabalho que foi iniciado em 1º de outubro, com visitas domiciliares rurais nos assentamentos, sítios, chácaras e fazendas foram abordados. Segundo Honório Machado, em Itaquiraí foram contratados sete colaboradores censitários, que estão fazendo entrevistas in loco, coletando os dados através de questionário específico para a população rural.

[caption id=attachment_15391 align=alignnone width=4512] Coordenador de Subárea, Paulo Jose Diniz Junior, explica ações do IBGE na coleta de dados durante as entrevistas. Foto: Roney Minella[/caption]

Nossos entrevistadores podem ser facilmente identificados, pois, usam boné, colete, bolsa do IBGE e crachá. Então, pedimos a todas famílias rurais que recebem os agentes censitários sem nenhum receio. Os dados coletados são sigilosos e todos podem ficar tranquilos que não enviamos estas informações pessoais e individuais para ninguém, esclareceu Honório.

O vice-prefeito acrescenta que o Censo Agro nada tem a ver com o Bolsa Família, vistoria do Incra, Imposto de Renda ou qualquer coisa relacionado a investigação. Este trabalho é exclusivamente para o IBGE atualizar o banco de dados sobre a real situação da zona rural, sobre a situação educacional, condição social, desenvolvimento econômico, produção nas propriedades, enfim, informações para ajudar o Governo a elaborar políticas públicas para o homem do campo, sobretudo, visando diminuir as diferenças sociais, melhorar a vida da população e no caso da Educação, apontar diretrizes didáticas na hora da escolha de livros, por exemplo. Por isso, a importância de todos responderem o questionário, defende Mano.

Fotos: Roney Minella

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